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sexta-feira, 25 de junho de 2010

Eu sou o cliente que nunca mais volta.

Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera… Enquanto o garçom faz tudo, menos o meu pedido.
Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado… Enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.
Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina… Mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.
Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial… Parece estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado.
Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranqüilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos, e espera.
Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma peça… Mas não reclama pacientemente enquanto os funcionários trocam idéias entre si ou, simplesmente abaixam a cabeça e fingem não me ver.
Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas.

Engana-se. Sabe quem eu sou? Eu sou o cliente que nunca mais volta!

Divirto-me vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios de toda ordem… Para levar-me de novo à sua empresa.
Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito era apenas… A pequena gentileza, tão barata, de me prestar um pouco mais de cortesia.

“Clientes podem demitir todos de uma empresa, do alto executivo para baixo, simplesmente gastando seu dinheiro em algum outro lugar”.

As empresas jogam um caminhão de dinheiro fora investindo em publicidade, oferecendo o melhor produto e não investem uns poucos milhares em treinamento para atender melhor.
As pesquisas dos últimos anos dizem que 96% dos clientes não reclamam, apenas mudam!

(Sam Walton - fundador do WAL MART - em toda a sua vida, ele nunca dirigiu nada além do que sua velha caminhonete e nunca calçou nada além de sapatos comprados com descontos em uma das suas lojas Wal-Mart. Como a Wal-Mart atingiu o seu incrível sucesso ? Até praticamente o dia de sua morte, o Sr. Walton - que gostava de ser conhecido por Mr.Sam - pilotava um avião Cessna para visitar 6 lojas por dia, e assim poder conversar com clientes e com seus funcionários do mais baixo nível de escalão possível. Estar em contato com as necessidades das “pessoas comuns” era a chave de Sam Walton para o sucesso da sua empresa.
Depois de tentar convencer o seu ex-patrão de abrir uma cadeia de lojas que pudesse oferecer reais descontos para o público consumidor, Sam Walton aos 44 anos de idade abriu a sua primeira loja Wal-Mart em 1962. 23 anos mais tarde, ele se tornou o homem mais rico dos Estados Unidos, e a Wal-Mart a maior empresa daquele país com vendas superiores a US$ 200 bilhões de dólares.)

Silvio Calazans

3 comentários:

  1. Realmente um artigo muito interessante.
    É impressionante como muitas empresas não tem a cultura de priorizar o cliente, e diversos profissionais fazem tudo (conversar com amigos, anotar receitas da tia, conversar com namorado (a), etc...), menos o que deveriam estar fazendo - atender bem o cliente.

    Abraço,

    Daniel Maldonado
    http://oassuntoequalidade.blogspot.com/

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  2. O pior de tudo é achar que isso é normal por parte de alguns e que o cliente sempre pode ser perdido e reposto indefinidamente.
    Muito bom o artigo.

    Abraço,

    Victor Mondego

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  3. Enfim tudo se resume em uma palavra: relacionamento.

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