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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Entre campeões e delinqüentes

Por aqui onde tudo acontece, com riquezas atravessando as culturas e culturas se sobrepondo as riquezas. Somos a somatória de grupos reunidos de etnias e raízes de todas as procedências. Nosso conjunto é de tal forma, que quando em encontros, quase, entramos nos sintomas da torre de Babel.
Contudo, temos momentos de emoções comuns, tipo um gol, uma medalha, um político correto ou um sem nada fazendo o seu tudo. São momentos aonde vibramos com o mesmo batimento cardíaco pelo extravasar da euforia contida e recolhida, as quais muitas vezes representam os sonhos de vitórias que todos guardamos para o dia do próprio grito.
Ser Brasileiro acima do emocional é aprender a lidar com quanta variabilidade de valores, sem perder o entendimento e respeito a cada costume, sabendo de fato lutar pela harmonização para que o bom esteja como oportunidade potencial a todos.
Eu seria um hipócrita se não me emocionasse pelos nossos momentos sublimes, em ver de fato o esforço de muitos pela conquista quase solitária das suas vitórias mas seria um idiota se não avaliasse a forma como se faz para se vender os próprios interesses, no momento em que a política, essa mesmo que hoje se encontra nos palanques (feita sempre por uma maioria oportunista e “esperta”), tanto se distancia da solidariedade necessária a um País com tanta potencialidade de vencedores.
As verdades dos campeões estão além das medalhas e muito mais próximas da capacidade de sobreviver diante de uma miséria, que por necessidade é comprável por qualquer coisa que se oferte pela frente.
As verdades dos campeões estão no olhar para os próprios filhos sentindo a ausência de tudo e assim continuarem obrigatoriamente pacíficos pela espera ansiosa de um canalha e sua equipe de mesmo teor delinqüente, que com abordagens demagógicas (as mesmas do século passado), resumem suas importâncias acumuladas de históricos de inutilidades, simplesmente se ausentando do respeito à dignidade humana, com ofertas de medalhas de latão, que mais conduzem ao aumento do consumo da cachaça pelo desgosto, do que algum feito de nobreza dos que poderiam ensinar para que de fato pudéssemos sentir avanços dos sorrisos acima de um único só dia.

Sérgio Dal Sasso - artigos.biz

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